A inteligência militar durante as tentativas de cerco a Moscou mostraram-se, claro, fundamentais. Foi ela a responsável por verificar que, em novembro:
- os alemães haviam juntado forças de combate nos flancos da linha de defesa;
- a direção dos ataques principais a serem realizados pelos alemães.
Assim, ao invés do contato direto do exército vermelho com os alemães, a defesa russa aos blindados alemães deu-se em profundidade mediante o uso de obstáculos anti-tanque, mecanismos de engenharia e as maiores forças blindadas disponíveis. Desse modo, milhares de vidas foram salvas.
Os soldados, observa Jukov, estavam cientes de seu dever quanto ao destino da capital, cuja queda selaria o destino de seu país, ou seja, a morte viria antes que qualquer alemão chegasse a Moscou.
Em 19 de outubro decretou-se o estado de sítio em Moscou e nas regiões próximas. No entanto, algo mais se fez necessário, como todo um movimento no sentido de disciplina e ordem absolutas entre as forças de defesa de Moscou. Violações eram imediatamente endereçadas mediante um controle em diversas escalas dos comandos e das tropas, para a concretização dos comandos.
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